quarta-feira, 14 de outubro de 2015

A lua que me socorre!

Venho namorando a lua faz muitas encarnações
Quantas lágrimas... seivas tantas.
Verti diante dela amor.
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Guardo mestres no caminho. Com Pai Agenor aprendi que toda atenção deve ser dada a direção que o caminhar da vida toma, o sentido para onde ela está nos levando. Aprendi também que o que mais se deve evitar é o ciúme, pois ciúme disfarça a inveja. São a mesma vibração energética, uma disfarça a outra.

A cultura familiar CULTUADA diante da massa, colocada no senso comum, reforçada em novelas e canções, toda produção oferecida no mercado apresenta o ciúme como característica daquele que ama, servindo também para medir intensidade do sentimento e do vínculo amoroso.

Que mal (doentio).

O ciúme pode ser expresso sem constrangimento nessa cultura, seja por um bem material, ou cachorro; pelo filho, ou irmão. Mais do que banalizado, motivado, desejado, respeitado: Impõe limite de Propriedade.

Em contrassenso, a inveja é abominada.
Recalcada, empurrada para o inconsciente e de acordo com meu entendimento diante da fala de Pai Agenor, retorna como ciúmes.

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Sem objeto amado, ainda existe amor. Sem amor o objeto, por mais bem tratado que possa ser, é apenas objeto.

A violência precisa ser melhor debatida em nossa sociedade. (Perdemos o faro.)
Precisamos rever o padrão de nosso status quo inconsciente.

É violento sentir inveja, querer para si o que é do outro, achar ruim que o outro tenha o que você não tem, se doer com a alegria do próximo. 

É constrangedor sentir ciúmes, se abalar pelo risco de deixar de ter, quando deveria agradecer o ter no ser; sofrer ao reconhecer no outro potência receptiva diante do bem que se tem.

É triplamente violento ciúme de humano (e em nome do amor): violência contra a humanidade do ciumento, que reduz o valor da própria vida, incondicional da criação, de per si no ser, por negativas impostos a vida a partir de preferências sensoriais e culturais de mentes e corpos, de per si no ter; violência contra a humanidade do outro, feito objeto, igualmente negado o ser pelo ter e violência contra o amor, qualidade única do viver no ser, pertencente apenas ao mistério e submetido apenas ao poder da criação, negada expressão no ser. 

Passagens.
Caim mata Abel por ciúmes.
Jornais noticiam, matamos por ciúmes de nosso carro e de nossa mulher (vibramos com a morte do ladrão), abandonamos crianças por ciúmes, brigamos com nossos irmãos por ciúmes de nossos pais, que brigam por ciúmes “dos outros”...

Se isso é amor, como será a simpatia?

Não só sentimo-nos no direito a ter ciúmes, munimo-nos de poder com ele,exigimos respeito a dor do amor. Achamos tudo isso tão lindo que queremos isso para nossos filhos. Gostamos de vê-los com ciúmes de nós, com ciúmes do brinquedo.Vivemos alimentando ciúmes e depois não entendemos o porquê de nossa tensão diária, o mundo violento, mesquinho e superficial que conVIVEMOS para além de nossas muralhas, que justifica de fora para dentro o que vem construído de dentro para fora.

(Mas, se cai em si o pecador, pode reconhecer na dor desILUSÃO apenas. Como que por escape e em silêncio constrangido, buscar na gratidão à própria humanidade o apoio que lhe cure a dúvida diante da vida. Então, o amor retoma o movimento, reafirmando e requalificando a aliança entre HUMANOS, dinamicamente ajustada a experiência vivida, ficando nas brumas da compreensão madura, o movimento das tramas tantas do Cosmo em cada Um de Nós.)
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Então, me pergunto: o que é ser humano?
Então, me respondo: é virtude
INcondicional rePRESA.

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Coisas! Coisas! Coisas!
Pelo direito a ser coisa!
Tenham ciúmes de mim!
Negue a vida por mim!
Se você negar a Sua e eu negar a Minha seremos uma família unida até a morte! Iurruu!
Por Minha família: mato!
Por Minha família: morro!
Por Minha família trabalho, trabalho, trabalho!
Por Minha família compro, compro, compro!
Por Minha família sigo em frente...

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Então, me pergunto: para onde?
Então, me respondo: paroaqui.


quarta-feira, 18 de março de 2015

Qual a moral da História?

Qual a moral da História?

Para ter livre acesso a realização de suas necessidades básicas, indispensáveis e elementares é preciso nascer na terra com vigor, apenas isso. O mundo inteiro é conhecido. Sem mérito nascemos igualmente defeituosos. quanto mais saúde, mais trabalho. quanto mais inteligente, mais desafios.

Precisamos ver o "nós" contido no "eu" e desentender o "eles" antes de fazer filhos (e leis). Nascemos todos para servir a todos enquanto nós mesmos. Viemos ao mundo, nascemos, é tudo o que sabemos acontecer depois que fecundamos o óvulo e contraímos o ventre. Acolher-mo-nos chegados do mistério que antecede a qualquer e toda vida. Do mistério que atua antes da ciência, para que haja ciência.

Porém, baseados na diferença de escolaridade, erudição ocidental, parentesco, línguas e bundas, amor e pudor, direitos e privilégios são impostos. Força de vida e de morte distribuída por quem?

O mando. O mandato. O ato. O candidato.

Conhecer a biografia de Gandi, o Mahatma, ajudou-me a perceber o que é libertar da colonização não uma nação, mas o território, incluídas distintas nações nascidas naquele ambiente. Formas de experiência de vida, sedimentadas em religiões, enraizadas ali, na liturgia, nas redondilhas repetidas com as estações do ano, cada qual vendo suas certezas no céu, nas nuvens brancas onde desenhamos deuses e nas estrelas onde encontramos números, sentidos e medidas.

As Américas absorvem a dominação, a legalidade mau deixou a escravidão, o ímpeto de exploração colonizadora ainda nos dá sentido...  Um só representante para um diversificado povo que não se entende ainda na primeira pessoa?

O mando. O pai. O patriarcado. O marido. O presidente.

O que faz acreditar poder ensinar e aprender a controlar instintos animais? Natureza não se educa. Se doma. Se domestica. Se domina. Se cativa.

A moral da propriedade privada marcada antes na alma que na carne.

Família... cativeiro sexual, criativo, afetivo, produtivo, doméstico, maternal é o padrão dos bons costumes. Espírito domado. A incompreensão quanto ao real teor da fidelidade conjugal faz gerações inteiras perderem-se em egoísmo pactuado.

A emoção de ver a própria natureza humana, o bem incondicional que nos habita, vertendo diante de outro ser humano é domada pela apropriação da potência amorosa pela exclusividade, perde-se na alienação doméstica da sobrevivência, para se justificar no mérito do acúmulo de bens.

Grotescamente substituído ser por ter.

O que as vibrações entendem do tipo de anel usado?
Como evitar o brilho do olhar?
Os cheiros que exalam, devem fidelidade a quem?
Repressão, depressão, opressão.
Ô pressão!

Como perguntar por camisinha?
Como perguntar se ela tomou a pílula?
Como assumir a maternidade sozinha?
Como assumir o aborto sozinha?
Depois de toda putaria, como assumir a paternidade?
Sem morada, como assumir a parida com a cria?
Como sair dessa... (?)Violência.

Quem controla a violência?
Quem educa à violência?
Quem poderá cativar, domar a violência?

Docilizá-la poderá diminuí-la,
poderá dopá-la, mas nunca estará domada.
Quem dosa a dose?

Render-se é preciOso.

Patriotas: crias da pátria, herdeiros do patriarcado.



O que faz com que um ser humano sinta-se, acredite-se, autorize-se mais merecedor do que outro ser vivo, de estar vivo, ao ponto de mandar tirar a vida do outro ser? Encarcerar? Exilar? Em nome da traição, desobediência, infidelidade, roubo. Escandalizados, escandalizam. Culpam culpados. Pedem punição.

Legitimam suas intenções apresentando-se honestos. Identificam a Instituição Estatal Militar como sendo aquela em quem confiam, entre todas as outras, para fazer a “limpeza” ética, moral, institucional. Avalizam. Que venham inclusive do estrangeiro, preferem até mais que as Forças brasileiras, menos confiáveis em eficiência. Afirmam publicamente que os militares são confiáveis, desde que sob seus comandos. Dão as ordens, tiram e botam, no trono e no tronco, são a audiência. A nação a seus serviços.

Diapasão da cultura ideal brasileira. Ocidentais autênticos, lidos e escritos. Síntese de nossa melhor identidade, são esses que pedem a volta da intervenção militar.

Nossa polícia militar está com a moral e a ética ilibada porque não roubam dinheiro dos cofres públicos, mas de “bandidos”. Roubam vidas, mas de outros, diferentes deles, ainda que entre eles.

Cada arma que atira em nosso território sem registro de entrada, passou pela fronteira, passou pelo controle das forças armadas nacionais... eficiente e honestamente. Mas nem por isso tal classe perde a moral diante dos “verdadeiros patriotas da nação”: podem fechar o Congresso e mandar parar de tocar a banda, acabar com o carnaval.

Matam e morremos a cada momento em que calamos a vontade, cegamos a verdade, negamos a consciência viva em nós, iguais.

Confundimos medo e amor pelas emoções herdadas da mãe. Medo e acolhimento. Medo e afeto. Medo e segurança. Herdamos medo de dores ancestrais. Mas, estamos livres.

A liberdade de associação é algo absolutamente novo para nós, humanos livres sobre o novo mundo. Globalizados, mas em terras americanas. Mal começamos a participar do poder pelo voto e a escolher marido. As leis que herdamos não nos representam. Os políticos eleitos, sim. Votados foram, todos eles, o melhor que pudemos escolher diante de um SISTEMA DE ESTADO TOTALMENTE CORROMPIDO, já foi pior. Precisamos ir mais além!

Agora vão as ruas e pedem que sejam retirados a força: retirem a presidenta e fechem o congresso, queremos entregar o país antes que o povo torne o Estado legítimo!

"Please, sequestradores, não deixem que me libertem de vocês, escolhi um cativeiro muito maneiro para mim, com grades consagradas pela mídia. Trabalho naquilo que me dá prazer, como comida agradável e sou só tecnologia, minha zona é confortável."


sábado, 14 de março de 2015

Podemos Ir mais além!

Desde que a cultura de origem vinda do além mar, chegada a partir das grandes navegações marítimas em todo o globo terrestre, atracou em terras estrangeiras com intenção de dominação e catequese, diferenças locais ganharam proporções mundiais de impacto e conseqüências incalculáveis sobre a vida.

Assim como a ONU interfere em conflitos no globo terrestre, o Estado Nacional legalizado entre nós impõe sua decisão onde quer que se sinta suficientemente armado e conchavado para fazê-lo. Para ser eficiente, essa interferência, tem que ser conciliadora, mas não é. Antes impõe sua instituição racional, sua moral, verdades verificadas pelo método, intensificando conflitos, eternizando guerras.
Defendem sua RAZÃO/LEI com violenta fé e impõem seu fel com incoerente autoridade: o mérito. Empurram-nos para o fim do mundo. A geração que me acolhe em vida vive mais que o pós guerra-fria, o apocalipse está sempre disponível no último capítulo do Livro, relido nas páginas policiais e políticas da Imprensa de massa.

Acumuladas dominações por Estado permanente de guerras, assistimos propagadas desavenças, hostilidades, dominAção,  DESenvolvimento sócio econômico cultural, por onde passamos: EMPREENDEDORES “recebem” do Estado autorização e conivência para retirar famílias de agricultores que viviam para subsistência e constituir “in-closers”. Fatos noticiados nos livros de história e nos Tribunais de Justiça, divulgados com o mérito de estratégia de “organização” de “mercado” e enriquecimento do Estado Democrático.

Tudo começa com a cerca de arame farpado. Esse é o ponto de partida do capitalismo.

Três pernas da dominação: da terra, da verdade iluminada, da autorização de morte – o rei, o conselheiro e o sacerdote. O executivo é exercido por uma perna empresarial, estratégica e outra violentaMENTE mercenária; o legislativo, pela elite moral, capital e ética; enquanto o judiciário, por crentes em seus deuses.

“O Ego é relacional, seja em diálogos internos, mentais, seja em debates presenciais, sempre que nos identificamos com o raciocínio lógico ao ponto de atuar na vida como seus seguidores, perdemos o poder de escolha, instituídas nossas decisões, institucionalizamo-nos em certezas e Leis. Apenas o mistério é capaz de nos confundir do Ego, apenas o não saber, o NADA pode afastar a Razão, a certeza, o FUNDAMENTALISMO.”

Existe uma elite no poder que está seguindo esmeradamente o caminho trilhado pela cultura inglesa a título de “avanço” cultural, dominados os locais e o PÚBLICO: camponeses expulsos de suas terras; artesãos proibidos de praticar seu ofício em benefício da reserva a um tempo de mão de obra, de mercado e do fisco. Encontramos trabalho análogo a escravidão na indústria têxtil; bolsas de miséria acompanham a ordem do progresso promovido pelo Estado e Sociedade Monetária e Urbana.

Defendo a política solidária e ambiental por entender ser a que melhor aponta o caminho rumo a superação da política da alienação, a medida que valoriza relações comunitárias, oferece alternativas de meio ambiente legítimo ao espírito local por meio de intervenções de gentileza, cooperação, conciliação, autoempoderamento humano, atento a dignidade que devemos à existência. Capaz de unir bem viver e prosperidade para tod@s, num meio ambiente indispensável para que a cultura local floresça para além dos livros, nas relações.

Defendo a participação popular por meio de conselhos comunitários (COMO ESTÁ NA CONSTITUIÇÃO), organizados por afinidade e envolvimento voluntário, produtivo, transparente junto aos três poderes e nas três esferas.

A ECONOMIA Comunitária SOLIDÁRIA  já oferece política pública consistente para aquelas pessoas que desejam fazer essa mudança agora mesmo, EM SUA VIZINHANÇA, em sua área de interesse e afinidade.

Penso que, ao invés de obrigar a votar, deveriam ser criadas ações facilitadoras da participação política. Apenas pelo exercício espontâneo de decisão pelo voto é que poderemos, um dia, falar de DEMOCRACIA. Sugiro institucionalizar esse processo como POLÍTICA PÚBLICA de reparação pelas restrições ao exercício político a que vem sendo submetida oficialmente a coletividade desde que o processo civilizatório e a medida que a cultura civilizadaMENTE urbana, instala-se sobre nós.


Defendo que essa conquista aconteça por decisão do consumidor/eleitor/tributado, de recusar-se a “migrar” para prestadores privad@s DE DIREITOS ADQUIRIDOS CONSTITUCIONALmente a moradia/saúde/educação/nutrição/associação. Decisão de assumir o custo social de aproximar-se COM SUA FAMÍLIA da Administração Pública por meio de algum dos diversos Conselhos ativos em nível municipal, participando voluntária e conscientemente da construção da mudança que queremos nesses setores que, no início e ao final da vida, importam igual e universalmente entre nós. Crianças, jovens e idosos reUNIDOS na esfera de decisão local.

PRIMEIRO DIA DO ANO

Quero aproveitar o dia da Confraternizaçâo Universal para agradecer a meus pais Jabes Pereira da Silva e Helena Fonte por jamais terem me repudiado por minha natureza anti-convencional. Por mais difícil que tenha sido, e que ainda seja, o convívio íntimo com o diferente, com todos os conflitos que tal encontro suscita sobretudo no seio de casa, enfrentamos o mistério da vida sem recorrer a alienaçâo.
Penso nas milhôes de pessoas que se encontram nesse exato momento repudiadas, isoladas, dopadas por seus familiares e instituiçôes tantas desde tenra idade por expressarem sensibilidade diferenciada e maneira anti-convencional de viver o que seja humano, o que seja o existir. Submetidas a violências e abandonos oficiais pela cultura que acredita poder impor seu o padrâo a naturalidade... os tarjas pretas estâo aí para impor a hipocrisia, antes de tudo.
Somos criaturas relacionais e a família original encerra o padrâo primeiro a ser seguido, reproduzido, defendido ou repudiado, enfim. Se existe um rompimento possível diante do mundo é com os dogmas da família, meus pais romperam com os deles e venceram bravamente as consequencias todas desse romper.
Nâo é fácil, mas é onde a realizaçâo social mora, no convívio amigável entre diferentes, preservando as diferenças para nos reconhecermos iguais.
Acho que era isso que Jesus queria dizer quando afirmava que o maior dos mandamentos está em amar ao próximo como a si mesmo. Apenas nos reconhecendo diferentes e únicos é que poderemos reconhecer a unicidade diferente do próximo. Isso é amor incondicional diante da criaçâo.
Gratidâo papai!
Gratidâo mamâe!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Vela de Aipim




                                                                         Do Mundo.
                                                                        Todo mundo.
                                                                       O mundo todo.
Cadê todo mundo desse Mundo?
Cada qual com seu mundo, como se todo mundo não tivesse nesse Mundo. Por causa de todo mundo, vira Mundo submundo. Imundo: solo, água, mar, ar, planta, pensamento, sentimento, ação. Paz! Vira, mundo, pro Mundo.
Vira! Olha. Mostra. Vê. Enxerga. Encharca. Abraça. Acolhe. Amassa. A massa. Há massa. Pão.

“Do mundo” são os outros para além do ambiente doméstico, sanguíneo, hereditário. De acordo com a cultura bíblica: O Mundo de Deus Pai e o Mundo dos Homens. O pacto de fidelidade conjugal monogâmico e o pacto monoteísta feito com o Deus de Israel: assim morre a Comunidade e nasce a Família e com ela o Estado Monopolista. (para que cada um cuide de seu mundo, o Estado cuida de todo o Mundo...

E tem quem acredite ter rompido com religião, sem perceber a cega moral, a mesma estética manifesta, o mesmo padrão doméstico, domesticados espíritos... sacrificados, creem que o Estado separou-se da Igreja e seguem, laicos crentes, elaborando e fazendo cumprir leis para salvar o mundo de todo mundo, doutrinam o Mundo.)

Guardo em mim ainda o deslumbramento angustiado de quando, criança, me dei conta de que o Mundo é maior do que o meu quintal. Como é difícil integrar esses 2 mundos no religare natural das Comunidades Tradicionais, Originais. Salvemo-las em nós! Libertemo-nos da zona de segurança e conforto mordaz, contumaz, fora do Mundo. Planeta. Mundo. País. Mundo. Estado. Mundo. Cidade. Mundo.
Local.
Mundo.
Ideal.
Mundo.
Rua.
Mundo.
Casa.
Mundo.
Eu, nem homem, nem mulher, humanIDADE, DUALidade: Nós, todo mundo.
Padrão      Mundo   (Patrão:DonodoMundo)                                                                                                                                                                  Muda                                                                                                                                                Mudo
                                                                                                                                                         Brota 
                                                                                                                                                         Broto 
                                                                                                                                                  Gota.
                                                                                                                                         Grata
                                                                                                                                Boca
                                                                                                                        Louca
                                                                                                                         cura
                                                                                                                            é!